sen hor a !
ela que deitava mão sobre meu ventre
ele que entendia o que tudo aquilo queria dizer!
num golpe bruto as pernas enfrentaram a pequena batalha de amarem-se.
Tudo embevecido da saudade de antes.
O contorno do corpo já tinha sido dado...
cabeça não entende essa geometria.
ela dizia como o vôo das purpurinas
o vento não rodava na dança dessas crianças.
casados antepassados presentes em que mar terra estrela?
ela não respondia!
as mãos tentaram outro contorno (peito/coração).
Tudo alegrou-se um pouco - sorriram por uma manhã - com pães e geleitosa conversa.
qual seria o próximo passo desiquilibrio que dariam?
estômagos cheios
suores
venho oferecer meu coração!
ele que entendia o que tudo aquilo queria dizer!
num golpe bruto as pernas enfrentaram a pequena batalha de amarem-se.
Tudo embevecido da saudade de antes.
O contorno do corpo já tinha sido dado...
cabeça não entende essa geometria.
ela dizia como o vôo das purpurinas
o vento não rodava na dança dessas crianças.
casados antepassados presentes em que mar terra estrela?
ela não respondia!
as mãos tentaram outro contorno (peito/coração).
Tudo alegrou-se um pouco - sorriram por uma manhã - com pães e geleitosa conversa.
qual seria o próximo passo desiquilibrio que dariam?
estômagos cheios
suores
venho oferecer meu coração!

1 Comments:
Sem tempo, nem lugar, sem hora, sem pressa, sem se anunciar...
Post a Comment
<< Home